Por fim, a presença de uma “Biblia Etíope em Português” é convite: para ler com olhos atentos, para reconhecer diferenças sem exotizar, e para valorizar que os livros sagrados são tanto patrimônios literários quanto tecido vivo nas práticas de um povo. Preservar, traduzir e partilhar isso de forma ética honra tanto as palavras quanto aqueles que as mantiveram acesas por gerações.